Em uma campanha 'Proteja nossas próximas publicações', o wikileaks tornou disponível um link com 88 Gigabytes de arquivos, provavelmente confidenciais, pertencentes as instituições que dominam nossa sociedade. Os arquivos contém uma chave criptografada, no qual, apenas o Julian Assange possui acesso. A ideia é liberar a chave caso aconteça algo com a organização WikiLeaks. Como se diz, um "Arquivo de Segurança".
ESPALHEM, BAIXEM.
Nós somos lutadores pela liberdade na Internet. Este site é apenas dedicado à cobertura jornalística sobre o Anonymous.
domingo, 26 de junho de 2016
sexta-feira, 17 de junho de 2016
O direito a cidade é um privilégio que poucos podem pagar
![]() |
| Fotos Alice Vergueiro, Walmor Carvalho e Wladimir Raeder |
Desde o início deste mês 25 pessoas em situação de rua morreram em São Paulo , apenas nesta semana foram 6, todos morreram nas ruas e devido às temperaturas muito frias.
O comandante da GCM, o inspetor Gilson Menezes, declarou que agentes são autorizados a recolher os pertences dos moradores (cobertores, colchões e roupas) e que fazem isso para “evitar que o espaço público seja privatizado" ou "para evitar a favelização do local".
É inaceitável que a maior cidade do país e terceira maior do mundo trate os seres humanos com tal crueldade, os pobres como se fossem casos de polícia. Fotos Alice Vergueiro, Walmor Carvalho e Wladimir Raeder Moradores de rua não possuem o "seu" espaço privado, vivem em situação de rua, portanto, todo o tempo no espaço PÚBLICO. Quando a GM ROUBA cobertas e colchões alegando que essas pessoas estão "privatizando o espaço público", estamos diante de um curto circuito sociológico (agravado pela banalização dessa distorção da força pública como garantidora, em primeiro lugar, do patrimônio privado).
![]() |
| Fotos Alice Vergueiro, Walmor Carvalho e Wladimir Raeder |
Na região do Belém e Mooca a prefeitura fechou serviços e mais pessoas foram dormir nas ruas. O Subprefeito da Mooca (Evandro Reis) fez de tudo para despejar as pessoas da Okupa da São Martinho, e a prefeitura foi conivente com essas ações, assim como é conivente com o Vereador Ricardo Teixeira que faz informativos pedindo o despejo da comunidade do cimento. A (in)justiça também tem sua responsabilidade na perpetuação desse Estado assassino e omisso, uma vez que dá crédito as reintegrações solicitadas pelo poder público, e despreza a voz da população e suas justas reivindicações.
Atualmente, três espaços da cidade estão sendo ocupados pelo povo de rua, numa luta contra o higienismo assassino da prefeitura de SP. O Espaço de Resistência do Povo de Rua - Tenda Alcântara Machado, conta com uma média de 80 pessoas pernoitando por dia, a República Autônoma do Povo de Rua, no Belém, com mais de 50. Junto às pessoas que ali moram, às comunidades do Cimento e ao redor da Tendo, são centenas que (r)existem ao frio e ao excludente projeto da Prefeitura de São Paulo.
A organização, totalmente autônoma, gerida pelo próprio povo de rua, demonstra a força da luta de resistência e se mostra mais eficiente que a suposta gestão da prefeitura, que rouba pertences e humilha através da GCM enquanto privatiza espaços públicos para bancos e pallets em restaurantes.
Empresários esses que estavam nas audiências e pediam os despejos da comunidade do cimento (marcada para o dia 24/07) e estão pedindo a reintegração da Alcântara. Estes despejos irão colocar mais pessoas nas ruas, que ficarão expostas as baixas temperaturas e mais a mercê da morte, graças a essa política higienista. Tudo isso para que a região sirva livremente a especulação imobiliária e aos interesses dos ricos.
A prefeitura que flerta com os empresário e especulação imobiliária é aquela que violenta e mata os mais pobres na cidade.
Se esses espaços não existissem, poderia haver ainda mais mortos, que até agora são um pra cada noite de frio na cidade. Fotos Alice Vergueiro, Walmor Carvalho e Wladimir Raeder
No próximo dia 24 de julho, a prefeitura se prepara para mais um despejo de famílias na comunidade do cimento e na Tenda Alcântara Machado. Quantas pessoas mais a prefeitura quer matar?
Versão Inglês - Version English
Since
the beginning of this month, 25 homeless persons died in Sao Paulo;
this week alone were 6, all dying in the streets due to the harsh cold
temperatures.
The
commander of the Municipal Guard (GCM), inspector Gilson Menezes,
declared that agents are authorized to forcibly remove the belongings of
homeless individuals (clothes, covers, mattresses) and that they do it
"to avoid public space becoming privatized" or "to avoid the
favelization of the locale".
It
is unacceptable that the biggest city in the country and third largest
in the world treat human beings with such cruelty, criminalizing the
poor as if homelessness was a policing issue.
Homeless
folk dont have "their own" private space, live rather in homelessness,
therefore at all times in the public space. When GCM STEALS covers and
mattresses saying that these people are "privatizing public space", we
are looking at a serious sociological short circuit - aggravated by
banalization of the distortion that the State is guarantor, first and
foremost, of private interests.
Nowadays,
three spaces on the city are indefinitely occupied by homeless folk, a
struggle against this murderous gentrification carried out by the mayor
of Sao Paulo. The first space is called Espaço de Resistência do Povo de Rua - Tenda Alcântara Machado,
currently housing an average of 80 persons per night; the second space
is called República Autônoma do Povo de Rua, at Belém, and has over 50
people. The third space, composed of the people that live in and around
Tenda Cimento, has hundreds braving and (r)existing against the
excludent project of Prefeitura de São Paulo.
These
cooperatives, totally autonomous and self-governed by the homeless,
show themselves to be more efficient than the strategy employed by
Municipal authorities, based in harassment, theft of belongings and
policing by GCM, while privatizing public space for banks and
restaurants.
If
these spaces did not exist, even more dead would appear in the official
statistics, that now count one homeless dead per cold night in the
city.
On
the upcomimg 24th of July, the mayor is preparing yet another eviction
attempt of the families in the Cimento community and Tenda Alcantara
Machado. How many more people the Municipal authorities want to kill?
segunda-feira, 13 de julho de 2015
#HackingTeamLeaks: ABIN compromete segurança nacional em acordo de espionagem digital
Dados confidenciais da empresa de espionagem italiana Hacking Team, recentemente vazados na web, comprovam que a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) e outras instituições responsáveis pela segurança nacional teriam adquirido programas de espionagem, por intermédio da empresa brasileira Yasnitech.
Os aplicativos de nome Da Vinci e Galileo, produzidos pela Hacking Team e comprados por nossas polícias, forças armadas, Abin, Procuradoria Geral da República e Ministério Público, são essencialmente vírus que infectam usuários em grande escala e permitem que terceiros controlem remotamente os celulares, dando total abertura para gravar à qualquer momento o som captado pelo microfone dos aparelhos, acesso a tudo que é escrito, captura da imagem da câmera, além de muitas outras possibilidades, em uma escala que não respeita os parâmetros determinados nas leis que regulamentam o grampo autorizado judicialmente.
FEITIÇO CONTRA O FEITICEIRO
Todos que adquiriram os programas estão seriamente comprometidos. Com o vazamento do código fonte destes softwares, forças de segurança e inteligência no Brasil devem iniciar um procedimento de contingência. Estes programas podem ser usados de forma reversa, para espionar as agências nacionais.
A questão foi abordada pela própria Hacking Team: “Terroristas e outros podem implantar esta tecnologia à vontade, se eles tiverem a capacidade técnica para fazê-lo”, escreveu o porta-voz Eric Rabe, em comunicado nesta quarta-feira. “Acreditamos que esta é uma situação extremamente perigosa.”
YASNITECH
Os dados mostram que as agências brasileiras teriam adquirido tais programas de espionagem através de revendas pela empresa brasileira Yasnitech. Em um email, funcionários discutem a venda do software espião:
“Para o projeto real da Yasnitech deve ser de revendedor …. a PF [Polícia Federal] não quer um contrato internacional. Eles querem um contrato com uma empresa local para prestar apoio. Mesma coisa para a Polícia Civil de São Paulo”.
Ainda há trocas de emails com:
Capitão do Exército Brasileiro link
Delegado da Polícia Federal link,
Capitão da Polícia Militar de São Paulo link
Polícia Civil do Rio de Janeiro link
Polícia Civil do Amazonas link
Gabinete de Segurança do Rio Grande do Norte link
Os emails detalham encontros com delegados, militares e agentes policiais brasileiros, assim como agendas, discussões, negociação de valores, formas de faturamento e notas contábeis.
A TOTAL FALTA DE ÉTICA DA HACKING TEAM
A Hacking Team antes afirmava que não vendia seus produtos a organizações governamentais que estão na lista negra da NATO, mas os críticos já diziam que ferramentas da empresa já foram usadas contra jornalistas marroquinos pró-democracia.
As informações provam que países como Arábia Saudita, Egito e Omã, com sérias questões relativas aos direitos humanos, utilizaram os serviços da Hacking Team. Provam também que a HT adulterou códigos-fonte de diversos softwares conhecidos para transformá-los em Malwares de espionagem, inclusive construindo sua própria versão do navegador Tor, utilizado amplamente por jornalistas para se protegerem e protegerem suas fontes.
PIADA COM DILMA
Em 2013, em uma das trocas de e-mail entre funcionários da Hacking Team, há uma piada sobre o escândalo de espionagem revelado por Edward Snowden: “Sabe como a Dilma faz quando quer entrar em contato com o Obama? Ela manda um e-mail para si mesma.”
sábado, 13 de junho de 2015
Anonymous hackeou a Comissão Nacional de Energia Nuclear
Anonymous invadiu a CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear). As Databases contém CPF, Email, Senha, Endereço, Telefone, Departamento, Nome da Instituição e entre outras informações sobre membros da Comissão.
quarta-feira, 22 de abril de 2015
WikiLeaks publica mais de 30 mil documentos da Sony Pictures
No total, WikiLeaks colocou à disposição do público 30.287 documentos da Sony Pictures Entertainment (SPE), 173.132 e-mails e mais de 2.200 endereços eletrônicos do grupo Sony.
"Estes arquivos revelam as engrenagens de uma influente multinacional. São dignos de interesse. Isto pertence ao público e o WikiLeaks vai garantir que seja assim", assinalou Assange, que vive na embaixada do Equador em Londres
"Agora, publicados sob um formato que permite buscas, os arquivos da Sony oferecem uma rara visão das engrenagens de uma grande multinacional repleta de segredos", diz Assange, que aponta para as atividades de lobby do grupo e suas conexões com o Partido Democrata dos Estados Unidos.
"Estes arquivos revelam as engrenagens de uma influente multinacional. São dignos de interesse. Isto pertence ao público e o WikiLeaks vai garantir que seja assim", assinalou Assange, que vive na embaixada do Equador em Londres
"Agora, publicados sob um formato que permite buscas, os arquivos da Sony oferecem uma rara visão das engrenagens de uma grande multinacional repleta de segredos", diz Assange, que aponta para as atividades de lobby do grupo e suas conexões com o Partido Democrata dos Estados Unidos.
sexta-feira, 27 de março de 2015
Novo Pirate Bay é praticamente imune a bloqueios de provedores de internet
Um dos métodos mais comuns utilizados pela indústria para combater sites de distribuição de conteúdo via torrent é o bloqueio realizado pelas provedoras de serviços de internet. As companhias levantam suas barreiras e impedem que seus clientes acessem sites como The Pirate Bay (TPB), por exemplo.
Mas o serviço, maior e mais famoso no mundo todo quando o assunto é rastrear torrents, tem encontrado inúmeras maneiras de se manter vivo. Depois de ter sido tirado do ar pelas autoridades suecas no final do último ano, o retorno do TPB à rede foi triunfante e ele está ainda mais forte do que antes.
Um dos motivos para tal panorama é justamente a possibilidade de contornar os principais métodos de boqueio por parte das provedoras. A novidade que fortalece o TPB existe graças ao novo parceiro de distribuição da plataforma, o CloudFlare. O serviço serve, basicamente, para auxiliar no gerenciamento do tráfego enorme com o qual o TPB precisa lidar diariamente.
O incremento que dá na estabilidade do Pirate Bay vem justamente pelo fato de o CloudFlare ser uma espécie de intermediário entre o usuário final e os servidores do site, incrementando a proteção contra ataques e aproveitando melhor o fluxo de banda da conexão com a internet. Nesse processo, o serviço consegue ocultar as informações que poderiam identificá-lo para as provedoras de acesso à internet, garantindo assim uma vida tranquila para os piratas suecos e seus seguidores.
De acordo com o Torrent Freak, isso não só torna muito mais difícil o bloqueio ao portal do Pirate Bay, atualmente hospedado em thepiratebay.se, mas também significa que fica muito mais fácil encontrá-lo. Em conversa com a publicação, o operador do proxy utilizado pelo TPB deu seus pitacos sobre o motivo de tamanha segurança.
“Acredito que seja pela forma como funciona o CloudFlare. Simplesmente ativando a função HTTPS no CloudFlare, eles [o TPB] removem o cabeçalho HTTP da requisição de conexões seguras, assim, não há qualquer registro quando eles [os provedores] tentam inspecionar o cabeçalho em uma lista de sites banidos”, informa.
“Dessa forma, qualquer site que use o CloudFlare, tenha certificados SSL assinados e devidamente configurados e ative a conexão segura sob o CloudFlare deve estar apto a evitar o tipo de bloqueio imposto pela Virgin e talvez até por outras provedoras”, conclui.
Com informações do Torrent Freak e Canaltech.
Mas o serviço, maior e mais famoso no mundo todo quando o assunto é rastrear torrents, tem encontrado inúmeras maneiras de se manter vivo. Depois de ter sido tirado do ar pelas autoridades suecas no final do último ano, o retorno do TPB à rede foi triunfante e ele está ainda mais forte do que antes.
Um dos motivos para tal panorama é justamente a possibilidade de contornar os principais métodos de boqueio por parte das provedoras. A novidade que fortalece o TPB existe graças ao novo parceiro de distribuição da plataforma, o CloudFlare. O serviço serve, basicamente, para auxiliar no gerenciamento do tráfego enorme com o qual o TPB precisa lidar diariamente.
O incremento que dá na estabilidade do Pirate Bay vem justamente pelo fato de o CloudFlare ser uma espécie de intermediário entre o usuário final e os servidores do site, incrementando a proteção contra ataques e aproveitando melhor o fluxo de banda da conexão com a internet. Nesse processo, o serviço consegue ocultar as informações que poderiam identificá-lo para as provedoras de acesso à internet, garantindo assim uma vida tranquila para os piratas suecos e seus seguidores.
De acordo com o Torrent Freak, isso não só torna muito mais difícil o bloqueio ao portal do Pirate Bay, atualmente hospedado em thepiratebay.se, mas também significa que fica muito mais fácil encontrá-lo. Em conversa com a publicação, o operador do proxy utilizado pelo TPB deu seus pitacos sobre o motivo de tamanha segurança.
“Acredito que seja pela forma como funciona o CloudFlare. Simplesmente ativando a função HTTPS no CloudFlare, eles [o TPB] removem o cabeçalho HTTP da requisição de conexões seguras, assim, não há qualquer registro quando eles [os provedores] tentam inspecionar o cabeçalho em uma lista de sites banidos”, informa.
“Dessa forma, qualquer site que use o CloudFlare, tenha certificados SSL assinados e devidamente configurados e ative a conexão segura sob o CloudFlare deve estar apto a evitar o tipo de bloqueio imposto pela Virgin e talvez até por outras provedoras”, conclui.
Com informações do Torrent Freak e Canaltech.
sábado, 21 de março de 2015
Anonymous divulga 9.200 contas do twitter relacionada ao Estado Islâmico
No dia 16 de março, Anonymous, lançou uma lista com 9.200 nomes de contas de Twitter que são suspeitos de estarem afiliadas ao grupo terrorista.
“Quanto maior for a atenção midiática desta lista, maior será a probabilidade do Twitter agir. Se o Twitter remover estas contas anunciadas, criará um enorme impacto na habilidade do ISIS para espalhar propaganda e recrutar novos membros. Não precisa ter conhecimento avançados para contribuir na nossa missão: o seu retweet ou like faz a diferença entre 10.000 contas ativas e serem 10.000 contas fechadas. Ajuda a nossa luta”, disse um membro Anonymous que juntou forças com os GhostSec e com os Ctrlsec.
“Quanto maior for a atenção midiática desta lista, maior será a probabilidade do Twitter agir. Se o Twitter remover estas contas anunciadas, criará um enorme impacto na habilidade do ISIS para espalhar propaganda e recrutar novos membros. Não precisa ter conhecimento avançados para contribuir na nossa missão: o seu retweet ou like faz a diferença entre 10.000 contas ativas e serem 10.000 contas fechadas. Ajuda a nossa luta”, disse um membro Anonymous que juntou forças com os GhostSec e com os Ctrlsec.
domingo, 1 de fevereiro de 2015
THE PIRATE BAY ESTÁ DE VOLTA!
Com o logotipo de uma fênix no lugar do navio pirata, o site de torrents The Pirate Bay voltou ao ar em seu domínio oficial neste sábado (31), sete semanas após ter 50 servidores apreendidos pela polícia sueca.
Segundo o TorrentFreak, a perda ao acervo de links para arquivos torrents parece ser mínima. Após permanecer por duas semanas fora do ar, o domínio retornou exibindo uma bandeira pirata. Após isso, uma série de novidades apareceram na página, até mesmo um código que continha o endereço de uma compilação de cenas em que o ator Arnold Schwarzenegger dizia a frase "I'll be back".
Após isso, o site exibia um contador que terminava em 1º de fevereiro, mas a baía dos piratas retornou um dia antes do previsto.
Em testes rápidos, a INFO averiguou que existem links para torrents de séries protegidas por direitos autoriais no The Pirate Bay, como Breaking Bad. O motivo da apreensão dos servidores pela polícia sueca foi a infração de direitos de estúdios de TV e cinema.
Nesta semana, o site TorrentFreak informou que alguns dos principais membros da equipe do The Pirate Bay se demitiram após problemas internos entre os membros e que planejam lançar uma segunda versão da página. "O lançamento que irá acontecer em 1º de fevereiro não é nosso. Até seria, mas um idiota decidiu acabar com a equipe do TPB. Ele acha que um site pode ser administrado sem equipe e conseguir lidar com problemas internos", segundo WTC-SWE, um dos antigos líderes da última versão do TPB.
Contém informações do @TorrentFreak e da @INFO.
Segundo o TorrentFreak, a perda ao acervo de links para arquivos torrents parece ser mínima. Após permanecer por duas semanas fora do ar, o domínio retornou exibindo uma bandeira pirata. Após isso, uma série de novidades apareceram na página, até mesmo um código que continha o endereço de uma compilação de cenas em que o ator Arnold Schwarzenegger dizia a frase "I'll be back".
Após isso, o site exibia um contador que terminava em 1º de fevereiro, mas a baía dos piratas retornou um dia antes do previsto.
Em testes rápidos, a INFO averiguou que existem links para torrents de séries protegidas por direitos autoriais no The Pirate Bay, como Breaking Bad. O motivo da apreensão dos servidores pela polícia sueca foi a infração de direitos de estúdios de TV e cinema.
Nesta semana, o site TorrentFreak informou que alguns dos principais membros da equipe do The Pirate Bay se demitiram após problemas internos entre os membros e que planejam lançar uma segunda versão da página. "O lançamento que irá acontecer em 1º de fevereiro não é nosso. Até seria, mas um idiota decidiu acabar com a equipe do TPB. Ele acha que um site pode ser administrado sem equipe e conseguir lidar com problemas internos", segundo WTC-SWE, um dos antigos líderes da última versão do TPB.
Contém informações do @TorrentFreak e da @INFO.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
VAZOU para download: Filme que conta a história de Edward Snowden!
Caiu na rede: Download aqui.
'Citizenfour' é um documentário dirigido por Laura Poitras descrevendo e documentando o escândalo de espionagem pela NSA e como se deram os encontros com Edward Snowden antes e depois de sua identidade ser revelada ao público.
sábado, 13 de dezembro de 2014
Responsáveis pelo IsoHunt criam nova versão do The Pirate Bay
Apesar dos velhos proxies ainda resistirem, o The Pirate Bay como era antes não deverá mais voltar à ativa. Mas os responsáveis pelo também tradicional isohunt.to conseguiram, nesta sexta-feira, manter a pirataria ativa e levar o acervo do agora finado indexador sueco a um novo endereço, com visual levemente diferente: o oldpiratebay.org.
Segundo o VentureBeat, mesmo disponibilizando toda a velha biblioteca, o novo site não funciona apenas como mais um mirror. Novos conteúdos são postados frequentemente, de forma que a alternativa não serve só como um memorial em homenagem ao “peregrino da liberdade”, como diz o texto publicado na página e no blog da plataforma.
Desde a queda da baía dos piratas, no começo desta semana, diversos sites imitando o The Pirate Bay “surgiram” pela web. Alguns eram os já mencionados proxies, que somente espelham o conteúdo da velha página e não oferecem grandes riscos aos visitantes. Outros, no entanto, já tinham propósitos que iam além de piratear, servindo para espalhar malware ou até roubar dados e dinheiro dos visitantes, como lembra a reportagem.
Bem como o indexador recém-tirado do ar, o IsoHunt tem histórico de brigas na justiça. O site original, IsoHunt.com, tornou-se um dos mais populares quando o assunto era Torrents antes de 2010. Em 21 de outubro de 2013, no entanto, foi fechado após alguns anos de batalhas no tribunal contra a Motion Picture Association of America – a quem também precisou pagar 110 milhões de dólares por danos provocados pela distribuição ilegal de conteúdo.
Mas nem demorou muito para a página voltar à ativa: apenas duas semanas depois do fechamento do site original, um novo, no endereço IsoHunt.to, foi inaugurado. Os donos não são os mesmos do primeiro, mas já conseguiram manter a página em pé por mais de um ano – e parecem pretender fazer o mesmo com esse novo Pirate Bay caso o antigo não volte.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Edward Snowden recebe prêmio de direitos humanos do parlamento sueco
Edward Snowden, o mais famoso ex-analista da Agência de Segurança Nacional (NSA, sigla em inglês) foi ovacionado pelo parlamento sueco após receber o prêmio Right Livelihood – algo como um “Nobel alternativo” – por suas revelações do aparato de vigilância em massa do governo norte-americano. Exilado, Snowden se dirigiu ao parlamento por videoconferência de Moscou. Ninguém recebeu o prêmio em nome do informante, na esperança de que um dia ele possa sair da Rússia, viajar até a Suécia e recebê-lo pessoalmente.
Na Câmara Legislativa, estavam representantes de praticamente todos os partidos da Suécia. Durante a fala de premiação, o júri declarou que Snowden estava sendo honrado “por sua coragem e habilidade em revelar um estado de vigilância, sem precedentes em sua extensão, violando os processos democráticos básicos e direitos constitucionais”.
Como resposta, Snowden disse que todos os preços que ele pagou e sacrifícios que fez valeram a pena: “Eu acredito que faria novamente, eu sei que faria”. Mas ele admitiu que, apesar de tudo isso, é “improvável” que aconteçam mudanças em breve. O júri deu a Snowden um prêmio honorário, sem dotação econômica, e também a Alan Rusbridger, diretor do jornal britânico Guardian, que revelou os documentos vazados pelo ex-analista.
Acusado nos Estados Unidos de espionagem, Snowden encontrou trabalho na Rússia no setor de tecnologia da informação, embora por motivos de segurança seu paradeiro seja secreto.
Para assistir ao vídeo, clique aqui.
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Wikileaks prepara novo vazamento de arquivos secretos
O fundador do Wikileaks, Julian Assange, revelou neste domingo que a organização prepara um novo vazamento de arquivos secretos e criticou o Google por considerá-lo a serviço do governo dos Estados Unidos.
As declarações foram dadas durante participação em um fórum sobre "Vigilância de Massas" no Festival de Cinema de Lisboa e Estoril (Leffest), por meio de teleconferência, já que continua recluso na embaixada do Equador em Londres.
O ativista australiano não forneceu detalhes sobre o conteúdo do vazamento nem a data que os arquivos serão divulgados.
Durante o discurso, Assange fez duras críticas ao governo e às agências de inteligência americanas por tentarem controlar o maior número possível de dados em nível mundial. Ele destacou que apesar dos muitos ataques contra o Wikileaks, a organização conseguiu sobreviver e segue funcionando.
"Não conseguiram destruir nem um só documento, eles (americanos) perderam", ressaltou o ativista australiano, refugiado na representação diplomática do Equador em Londres desde julho de 2012, após a Corte Suprema Britânica ter autorizado sua extradição para a Suécia.
Os suecos acusam Assange de ter cometido crimes sexuais no país, fato negado pelo ativista. Ele afirma que a extradição é interesse dos Estados Unidos, que quer ele seja julgado assim como Chelsea Manning, soldado que vazou documentos diplomáticos para o Wikileaks em 2010 e condenado a 35 anos de prisão.
Chelsea Manning, ex-analista de inteligência do exército americano, era conhecida como Bradley Manning na época do vazamento, e passou por uma operação de mudança de sexo. A militar atuou em operações americanas no Iraque.
O fundador do Wikileaks defendeu que a principal ameaça de segurança em nível mundial é o poder ilimitado das agências de inteligência. Ele descartou que a vigilância em massa seja o método mais adequado para combater o terrorismo.
Assange criticou a centralização da informação em poucas mãos, algo que, em sua opinião, transformaria o mundo em totalitário, e acusou o Google de manter estreitas relações com o governo americano.
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
História Barrett Brown
Atualizações: Preso por compartilhar um hiperlink e por investigar a ligação entre empresas de segurança privada e o governo dos EUA, Barrett Brown deve ser julgado no próximo mês
Depois de ter sido adiado por duas vezes, o julgamento do jornalista e ativista Barrett Brown, preso há mais de dois anos por publicar informações obtidas ilegalmente pelo grupo hackerativista Anonymous, deve acontecer no dia 24 de novembro, daqui a exatamente um mês. Brown foi indiciado inicialmente por 17 crimes, mas 14 destas acusações já foram retiradas, diminuindo sua pena máxima de 105 anos para 8 anos e meio de prisão. Abaixo, você pode conferir mais detalhadamente a história de Barrett Brown, desde seu envolvimento com Anonymous até o momento de sua prisão e espera pela sentença.
___ Barrett Brown possuía uma carreira tanto no jornalismo investigativo como no ativismo cibernético. Foi coautor de um livro em 2007 e escreveu artigos para Vanity Fair, The Guardian e Huffington Post. Além disso, o jornalista passou a ser visto como um porta-voz não oficial da Anonymous após escrever artigos que apoiavam o grupo.
É também o fundador do ‘Project PM’, um grupo de reflexão independente com financiamento coletivo que investiga as relações entre empresas de segurança privada e o governo dos Estados Unidos. Por meio do projeto, Brown começou a analisar os arquivos de empresas de inteligência privada globais como HBGary, que foi hackeada por Anonymous e teve milhares de e-mails divulgados.
Brown e outras pessoas do ‘Project PM’ começaram a analisar cinco milhões de e-mails publicados da Stratfor, outra empresa privada sabotada por Anonymous. Apesar de não estar envolvido diretamente na sabotagem contra estas empresas, Brown publicou os vazamentos em seu site ‘Project PM’ para que outros pudessem acessá-las. O conteúdo dos e-mails iluminou a área nebulosa em que as organizações de inteligência governamentais e privadas operam. Os e-mails incluíam discussões sobre possibilidades de rendições e assassinatos.
Uma investigação federal contra Brown foi iniciada logo após ele ter publicado os arquivos da Stratfor, que continham informação de cartões de crédito de aproximadamente 60 mil clientes da empresa. Em 6 de março de 2012, os agentes do FBI invadiram a casa de Brown e levaram seu laptop e outros pertences.
Barrett Brown upou vídeos no Youtube falando sobre a invasão. Em um deles exclamou a um dos agentes do FBI que iria “arruinar sua vida”, alegando que sua mãe havia sido assediada por ele. Brown também afirma que sua vida estaria sendo ameaçada pelos Zetas, organização criminosa mexicana.
Os vídeos levaram o FBI a voltar a invadir a casa do jornalista e a de sua mãe em Dallas, Texas, em setembro de 2012. Dessa vez, Brown foi levado pelos agentes e, no momento de sua prisão, ele estava em um fórum online. A comoção e os gritos entre Brown e os agentes federais puderam ser ouvidos em uma gravação de áudio da sessão de chat.
Brown foi indiciado em 3 de outubro de 2012 por três acusações relacionadas às ameaças que fez contra o agente do FBI. Em 14 de dezembro de 2012, ele recebeu 12 acusações federais adicionais relacionadas com a sabotagem a Stratfor e a informação divulgada dos cartões de crédito da empresa. Duas acusações por obstrução da justiça foram feitas contra ele em 23 de janeiro de 2013. Totalizando, assim, 17 acusações que poderiam condena-lo a 105 anos de prisão.
- Em setembro de 2013, Brown e seus advogados foram submetidos a uma ordem de silêncio emitida pelo Tribunal Federal, impossibilitando que eles discutam seu caso nos meios de comunicação. A decisão do governo foi vista como uma afronta à liberdade de expressão.
- Em março de 2014, o governo dos Estados Unidos decidiu retirar a maioria das acusações criminais contra Barrett Brown, após os advogados de Brown apresentarem um memorando alegando que as acusações relacionadas à publicação de hiperlinks eram “vagas demais” e “violavam o direito constitucional de liberdade de expressão”. Ainda segundo sua equipe jurídica, em caso de condenação, a decisão poderia criar um precedente legal para criminalizar o compartilhamento de links na Internet. Isso afetaria pessoas que compartilham conteúdo na internet, especialistas em ciberssegurança que realizam pesquisa online, e jornalistas envolvidos na verificação e publicação de notícias.
Ao total, 11 acusações contra o jornalista foram retiradas. No entanto, Brown permaneceu detido devido às acusações restantes (seis de um total de 17), incluindo obstrução da justiça e ameaça a um policial federal. Nesse momento, ele ainda enfrentava uma pena máxima de 70 anos de prisão, número abaixo dos 105 fixados antes da retirada da maioria das acusações.
- Em abril de 2014, Brown aceitou um acordo judicial que resultou na retirada de mais três acusações contra ele. Atualmente, as três acusações restantes podem somar no máximo oito anos e meio de prisão.
- Em agosto de 2014, seu julgamento foi adiado pela primeira vez.
- Em setembro de 2014, Brown completou dois anos preso.
- Em outubro de 2014, seu julgamento foi adiado novamente e remarcado para 24 de novembro de 2014.
___ Segundo Camille Soulier, responsável do Escritório Américas da organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF), ainda que a retirada das acusações seja um bom sinal, a organização exige que o governo remova todas as acusações existentes. Para Soulier, Brown está “pagando o preço de uma interpretação excessivamente expansiva e abusiva do conceito de segurança nacional, que viola a liberdade de informação”.
A RSF também observou que o trabalho investigativo de Brown sobre as ligações entre agências de inteligência privada e o governo americano já havia atraído a atenção das autoridades. Em 2011, Brown escreveu sobre um projeto chamado “Team Themis” (Time Themis), que teve como objetivo “neutralizar” o grupo Anonymous e jornalistas associados.
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
#OpEleições: Emails de campanha do Aécio Neves foram hackeadas e dados foram expostos
Noventa e seis contas de e-mails relacionadas à campanha do tucano Aécio
Neves à Presidência tiveram suas senhas expostas no último sábado, 4.
Anonymous postou dados pessoais do Aécio Neves que se encontra no link abaixo. Divirta-se #Lulz
Para aqueles que já estão fazendo acusações inexistentes link de hacked no PT.
Anonymous postou dados pessoais do Aécio Neves que se encontra no link abaixo. Divirta-se #Lulz
Para aqueles que já estão fazendo acusações inexistentes link de hacked no PT.
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
#Anonymous vaza dados do Garotinho por censura ao vídeo do Portas dos Fundos
Compartilhem este vídeo em todos os lugares, lute contra a censura. Matéria sobre a censura aqui.
Baixem e upe em canais no youtube, vimeo e etc.
Nós somos lutadores pela liberdade na internet. Dados pessoais do Anthony Garotinho encontra-se no link abaixo.
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
#OpEleições: Dados de 485 políticos estão disponiveis para download
Como prometido há uma semana, hoje estamos postando os dados de 485 políticos de todo o Brasil, como uma forma de centralizar as informações que vocês podem encontrar no google, em apenas uma pasta.
Leiam os arquivos, peguem as informações, pesquisem o passado desses políticos e pensem: Será que eles realmente nos representam? Daqui uma semana, acontecerão as Eleições de 2014.
Nossa posição quanto ao voto, é não votar, devido ao fato do voto ser passível de manipulação (o que de fato, já ocorreu e ocorre), de diversas formas, mas o STE nega-se a assumir tal fato.
Você acredita que seu voto muda alguma coisa? Você já pesquisou, leu algo ou perguntou à alguem entendido sobre, se realmente seu voto é seguro? Pense, leia, questione, mude!
Entenda melhor aqui.
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
#OpEleições: Sistema do Detran-MA foi invadido e 2.104 multas foram zeradas
O grupo Asor Hack Team obteve acesso aos servidores do Dentra-MA zerando 2.104 multas, gerando um prejuízo de aproximadamente R$ 420.800,00 ao governo do Maranhão.
No link abaixo, vocês encontrarão logins, emails e senhas para todas as áreas e servidores ligados ao site do Detran/MA, incluindo o phpMyAdmin do mesmo.
No link abaixo, vocês encontrarão logins, emails e senhas para todas as áreas e servidores ligados ao site do Detran/MA, incluindo o phpMyAdmin do mesmo.
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Anonymous vaza dados do policial que matou o camelô em São Paulo
O vídeo que mostra desde o inicio da abordagem policial, relata o despreparo policial e o uso da força desnecessária que gerou a confusão e a morte do camelô. Assista aqui.
A justiça concedeu alvará de soltura ao PM que efetuou o disparo. Em retaliação a brutalidade policial, Anonymous expôs dados do PM.
A justiça concedeu alvará de soltura ao PM que efetuou o disparo. Em retaliação a brutalidade policial, Anonymous expôs dados do PM.
sábado, 20 de setembro de 2014
Anonymous hackeou a Globosat
Um Anonymous identificado como 1NC0GN1T0 invadiu o sistema da Globosat e vazou bancos de dados completo. Nesse momento o site da Globosat encontra-se em manutenção devido ao ataque.
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Yahoo! denuncia ter sido ameaçado pelos EUA para cooperar com NSA
“Tivemos que lutar a cada passo para evitar as tentativas de vigilância do governo dos EUA. Em um dado momento o governo nos ameaçou com uma multa diária de US$ 50 mil se continuássemos a nos recusar a obedecer”, afirmou o Chefe de Assuntos Jurídicos do Yahoo!, Ron Bell em uma entrada no blog da companhia.
A acusação remonta a 2007, quando o governo americano fez uma emenda em uma lei para poder solicitar informação sobre os usuários de serviços online, um pedido que o Yahoo! considerou “inconstitucional”, e se negou a entregar os dados pedidos e recorreu ao Tribunal de Vigilância de Inteligência Estrangeira dos EUA (FISC).
O Yahoo!, que durante esse tempo recebeu “ameaças” da Administração, perdeu o caso e finalmente foi forçado a compartilhar os dados que o governo pedia, mas, revelou Bell, centrou então seus esforços em conseguir desclassificar o arquivo do caso, para que se tornasse público e pudesse provar as pressões do governo, o que conseguiu.
“Lutamos para desclassificar o caso e para tornar pública a investigação”, indicou Bell, que garantiu que agora que o FISC desclassificou as 1.500 páginas sobre o caso, o Yahoo! está trabalhando para que elas estejam disponíveis para consulta pública.
O programa PRISM da Agência de Segurança Nacional (NSA), cuja existência foi revelada a partir dos vazamentos do ex-analista da NSA Edward Snowden em 2013, obriga as empresas tecnológicas a compartilharem informações sobre seus usuários com o governo.
Além do Yahoo!, outras grandes empresas americanas entregaram informação à NSA, entre elas Google, Facebook, Apple, AOL e Microsoft.
“Tratamos a segurança pública como um assunto muito sério, mas também estamos comprometidos com a proteção dos dados de nossos usuários. Continuaremos enfrentando pedidos e leis que consideramos ilegais, pouco claros ou exagerados”, concluiu Bell.
Assinar:
Postagens (Atom)






















